Alessandro Barcellos, candidato à presidência do Inter, fala sobre projeto de disruptura: “Fazer mais com menos”

Foto: Ricardo Duarte / S.C. Internacional

Rádio Grenal deu início a uma série de entrevistas com os candidatos a presidência colorada para o triênio 2021/23. O primeiro turno está marcado para o dia 26 de novembro, quando votam somente aos membros do Conselho Deliberativo. O quarto nome a ser entrevistado foi o candidato de oposição, Alessandro Barcellos, integrante do movimento Academia Colorada, e que representa a chapa “O Inter Pode Mais”. O candidato foi último vice-presidente de futebol, tendo deixado o cargo em outubro deste ano, para concorrer às eleições presidenciais.

Primeiro, Alessandro falou sobre a saída do técnico Eduardo Coudet, trazido por ele ao Inter quando era o vice de futebol colorado: “Nós fomos surpreendidos pelas mudanças no Departamento de Futebol. Eu tenho certeza que outras questões levaram o Coudet a tomar a decisão (de sair do clube)“. Ainda, chamou atenção para o que entende ser a forma correta de uma diretoria agir: “O papel de uma direção é conviver com treinadores questionadores, que queiram ganhar. Não concordo que o elenco seja curto. Não existe comparação de grupo curto quando perdemos para Goiás e Fortaleza”.

O candidato projetou a organização da sua gestão em caso de vitória e ainda falou sobre o déficit econômico do clube, : “Nós temos um projeto de disruptura para que possamos fazer mais com menos. Apresentaremos ao profissional escolhido para ser o Executivo de Futebol e também ao Vice-Presidente de Futebol, que não está definido […] a nossa dívida de curto prazo líquida é de aproximadamente R$ 400 milhões. Precisamos enfrentar isso. Tratar do equilíbrio operacional“.

Alessandro Barcellos é constantemente questionado por agora ser oposição de uma gestão que compôs até setembro deste ano. Na oportunidade, o presidente Marcelo Medeiros convocou uma entrevista coletiva para anunciar a saída de Barcellos, por entender que dois movimentos da gestão, teriam assinado um documento, falando que havia uma possibilidade de candidato de oposição estar dentro da gestão. “Em 2017, fui chamado para compor a gestão. Eu tenho orgulho de ter passado pelas pastas de administração, finanças e futebol. Apresentei meu projeto à gestão, que não o tratou com importância”, explicou Barcellos.

* Por supervisão de: Marjana Vargas

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