Vagner Mancini não joga a toalha e admite: “Enquanto há esperança, nos vamos lutar”

O técnico tricolor falou após empate diante do Corinthians

Foto: (Lucas Uebel/Grêmio FBPA)

Um empate com gosto amargo. O Grêmio viu uma vitória escapar das suas mãos faltando poucos minutos para o fim da partida. Diante do Corinthians, o resultado não foi favorável e atrapalhou a matemática tricolor. Agora além de vencer o Atlético-Mg, depende de resultados paralelos nos jogos que envolvem Bahia, Cuiabá e Juventude.

Após o empate por 1 a 1 diante do Corinthians na tarde do último domingo (5), o comandante gremista destacou o comportamento de sua equipe frente um adversário tão complicado, jogando fora de casa: “O torcedor viu uma equipe aguerrida hoje. Que lutou, que se superou, e que fez um jogo de igual para igual com o Corinthians.” Mancini ressaltou o poderio defensivo empregado pelo Grêmio durante boa parte do jogo: “O sistema de marcação vinha muito bem até os 41 do segundo tempo, quando por um erro defensivo, acabamos tomando um gol de fora da área de um jogador que eu já vinha pedindo atenção.”

Uma baixa sofrida em meio o segundo tempo foi do volante Thiago Santos. O jogador precisou ser substituído, o que acarretou uma troca de postura defensiva: “Acho que a saída do Thiago Santos pesou um pouco na perda de força no sistema de marcação. O Corinthians não deu um chute a gol no segundo tempo, além de uma oportunidade com William. Então, não acho que recuamos. Existia uma estratégia à ser cumprida.”

Durante a entrevista coletiva o técnico foi perguntado sobre o Grêmio ter mudado seu comportamento durante o segundo tempo: “O recuo das linhas de marcação é o que qualquer time que está vencendo faz. Prefiro ficar com a minha consciência, que tivemos uma marcação muito consistente, mas que acabamos levando um gol de fora da área no fim. Levar um gol aos 42 do segundo tempo não estava no script de nenhum de nós. Existiu uma cobrança muito forte dentro do vestiário após a partida.”

Mancini também falou sobre as alterações feitas na partida e respondeu sobre Alisson: “O Alisson está há quatro dias impossibilitado de treinar, e também não é meia. Coloquei o Villasanti na vaga do Campaz pois achei que era a melhor opção.”

Ao analisar o restante do Brasileirão e as contas que o Grêmio precisa fazer, o treinador definiu: “Enquanto há esperança, nos vamos lutar. Dependemos de alguns resultados, mas o Grêmio ainda tem chance. Eu acredito muito nisso ainda.”

* Por supervisão de: Marjana Vargas

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