Sem gols, GreNal 411 termina empatado e polêmico


Por: Jonata, jornalista, radialista e repórter na @rdgrenal.

A torcida compareceu. Era para ser uma festa bonita, com recorde de públco na Arena do Grêmio e uma bela disputa, mas como na mioria dos clássicos, houve confusão, com direito a socos de Edílson em Rodrigo Dourado e expulsões. Mesmo assim, a partida foi como manda o currículo dos clássicos grenais: com poucas chances de gol e muitas faltas. Para o Grêmio, o ponto somado pouco ajudou, já para o Inter foi importantíssimo, dentro das perspectivas coloradas para o restante do Campeonato Brasileiro.

Primeiro Tempo

Com um Grêmio mostrando força máxima, a partida iniciou com o Tricolor propondo o jogo, com mais posse de bola e tentando a infiltração na defesa colorada. O Grêmio tocava de uma lado para o outro, procurando espaços, mas sem fetivamente conseguir levar algum perigo ao gol de Danilo Fernandes. Sem Douglas na armação de jogadas, Maicon era quem mais buscava o jogo, mas sem a mesma qualidade que o 10. No lado do Inter, a principal ordem era fazer uma marcação dura no meio campo e esperar o erro dos gremistas. Com duas linhas de 4 no seu campo de defesa, o Colorado marcava os principais jogadores do Grêmio, neutralizando o ataque.

Tanto era o afinco na marcação entre so dois times, que ataque ficou em segundo plano. O cronômetro já passava dos 30 minutos e nenhuma chance de gol havia sido criada. As principais jogadas eram de cobranças de laterias alçadas à area, principalmente do Internacional. O Grêmio buscava movimantação com Luan e Bolaños, mas muito marcados, pouco produziam. Vendo isso, Luan recuou da linha de frente e foi buscar o jogo entre os volantes. Desse modo, o Grêmio passou a ter mais volume de jogo ofensivo, porém continuou sem criar chances. O jogo era truncado e com muitas faltas assinaladas pelo árbitro

A primeira defesa da partida foi feita por Marcelo Grohe, com o relógio marcando já 37 minutos e segurando um chute fraco de Valdívia. Danilo Fernandes trabalhou um minuto depois, em chute fraco de Luan. Depois de marcar mais à frente o Grêmio, na segunda metade do tempo, o Internacional recuou e viu o Grêmio ter mais posse de bola. O jogo se encaminhou para o intervalo, sem oportunidades de gol, tanto para Grêmio, quanto para Internacional.

Segundo Tempo

Os times retornaram para a segunda etapa com a mesma formação, mas msotrando mais vontade na busca pelo gol. O Grêmio, mais ofensivo, apostando na moviimentação dos seus atacantes. Luan, jogando como no final do primeiro tempo, perto de Maicon, tinha participação ativa no jogo. O Colorado continou apostando nos contra-ataques e levou bastante perigo ao gol de Marcelo Grohe. Em duas oportunidades, o Internacional chegou com perigo e quase abriu o placar com Vitinho, que chutou por cima.

O jogo corria traqnuilo, com as equipes se respeitando, dentro do parâmetro do Grenal. Até que em um lance de falta comum, a história mudou. Kannemann cometeu falta em Valdívia e segurou a bola. Vitinho se irritou e tentou tirar a bola do argentino. Aí começou a confusão no gramado. No bolo, Edílson acertou uma série de socos em Dourado, entre empurrões de todos na confusão. O ábitro Francisco Carlos do Nascimento expulsou Edílson pelas agressões e deu cartão amarelo para Vitinho. Depois da confusão, deu cartão vermelho também para Dourado.

Com saldo de menos um jogador para cada equipe, os técnicos trataram de substituir jogadores para recompor as equipes. Jaílson e Eduardo Henrique entraram nas vagas de Miller Bolaños e Valdivia. Depois da confusão que durou cerca de 7 minutos, os time demoraram para reencontrar seu futebol, errando muitos passes e se desorganizando em campo.

O Tricolor seguiu buscando o gol. A entrada de Everton deu novo fôlego ao time. O Cebola até conseguiu algumas infiltrações na área adversária, mas não conseguiu a finalização. Pelo lado do Inter, os contra-atques não foram mais precisos como no início do tempo e com um a menos, os jogadores se desgataram muito. Após os 45′, o árbitro ainda deu 8 minutos de acréscimos para compensar o tempo da confusão.

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