Novo reforço do Grêmio, Mathías Villasanti tem a média de um cartão a cada três jogos

Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

No fim de tarde de quinta-feira (12), o Grêmio anunciou de forma oficial a contratação do volante Mathías Villasanti, paraguaio vindo do Cerro Portenõ. Aos 24 anos, o jogador chega para substituir Matheus Henrique, que foi negociado junto ao Sassuolo da Itália.

Apesar da pouca idade, Villasanti, no Cerro, tinha a liderança que o fazia ser capitão da equipe. Com passagem por outros dois clubes desde que se profissionalizou, em 2016, o volante também é titular da Seleção Paraguaia. Na carreira, são somadas 145 partidas como atleta de futebol profissional.

Entretanto, um fato negativo chama a atenção na carreira de Villasanti. Com 45 cartões tomados desde 2016, a média do paraguaio é considerada alta. Das advertências, foram 43 amarelos e dois vermelhos, sendo um deles ainda nessa temporada. Na média, a cada três jogos, um cartão é dado ao jogador, ou seja, ele é suspenso e fica de fora dos planos da equipe a cada nove jogos. Confira os números de Mathías Villasanti abaixo:

2021

Jogos: 23

Cartões amarelos: 8

Cartões vermelhos: 1

Média de cartão a cada jogo: um cartão a cada dois jogos e meio

2020

Jogos: 29

Cartões amarelos: 11

Cartões vermelhos: 0

Média de cartão a cada jogo: um cartão a cada quase três jogos

2019

Jogos: 46

Cartões amarelos: 13

Cartões vermelhos: 1

Média de cartão a cada jogo: um cartão a cada três jogos

2018

Jogos: 33

Cartões amarelos: 8

Cartões vermelhos: 0

Média de cartão a cada jogo: um cartão a cada quatro jogos

2017

Jogos: 7

Cartões amarelos: 2

Cartões vermelhos: 0

Média de cartão a cada jogo: um cartão a cada três jogos e meio

2016

Jogos: 7

Cartões amarelos: 1

Cartões vermelhos: 0

Média de cartão a cada jogo: um gol a cada sete jogos

* Por supervisão de: Marjana Vargas

Voltar Todas de Grêmio

Compartilhe esta notícia:

Grêmio anuncia oficialmente a contratação de Villasanti
Em apresentação, Villasanti promete empenho para tirar Grêmio da zona do rebaixamento: “Não merece estar”
Deixe seu comentário