Grêmio antes e depois de Giuliano


Por: Kalleb França, jornalista, radialista e repórter na @rdgrenal

Contestado por muitos, querido por alguns, Giuliano deixou a equipe do Grêmio e foi para o Zenit da Rússia. Desde então, o desempenho to time caiu como um todo, as atuações coletivas só voltaram ao consideradas normais, quando o técnico Roger Machado optou por um esquema com 3 volantes, porém sem jogadores que possam realizar uma função parecida com a que Giuliano fazia na equipe, o time é previsível e perde pontos que o prejudicam na busca pelo título brasileiro de 2016.

Fato é que, sem o meia, já foram disputadas 7 partidas pelo Campeonato Brasileiro. Na ausência do jogador o Grêmio empatou com América-MG fora e Santa Cruz jogando muito mal. Deixou o Atlético-MG empatar no fim do segundo tempo dentro de casa e, mesmo tendo vencido por 3×0 passou por maus bocados contra o Corinthians na primeira etapa. Fez um péssimo jogo contra o Botafogo e não foi somente o aproveitamento que caiu sem Giuliano, mas o desempenho dentro de campo.

Algumas características do time, deixaram de ser vistas, a compactação é uma delas. No gol de empate contra o Atlético-MG, por exemplo, a bola cruzou por mais de 40 metros do campo e chegou em Robinho, que estava livre de marcação, porém o jogador vem desde o meio de campo com a mão erguida pedindo a bola e, sem compactação e recomposição, mesmo com quatro volantes em campo naquele momento, o Grêmio sofreu o gol e deixou ali 2 pontos importantíssimos.

Trouxemos alguns dados e uma coletiva de Roger Machado do dia 22/7 que explicam os motivos que fazem de Giuliano, uma ausência tão sentida pelo time:

Entrevista coletiva:

 

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