“Eu não sei se é possível sair dessa situação”, declara Enderson Moreira


Por: Gabriel Corrêa,

Adversário do Grêmio neste domingo (31), Enderson Moreira, técnico do América-MG, conversou com Angelo Afono no Grenal Futebol Clube falando sobre o início de trabalho em Minas Gerais, a fuga do rebaixamento e sua passagem pelo Grêmio em 2014.

Início de trabalho no América-MG

Quando se chega num clube com essa situação, queremos colocar algumas ideia e ter semanas livres para treinos é bom. Mas temos que ter a compreensão dos atletas e fazer o mais simples possível para conseguir colocar tudo em prática. Nossa estreia (contra o Flamengo) foi boa. O primeiro tempo foi equilibrado e na segunda etapa ainda perdemos algumas chances importantes.

Fugir do rebaixamento

É uma situação bastante complicada. Independente de estar na Série A ou B, é minha cidade, era importante estar aqui com minha família. Será um missão difícil, mas vamos nos esforçar. Espero fazer uma grande reta final de Campeonato Brasileiro. Inclusive acredito que a pontuação do América-MG não condiz com o elenco e os níveis de atuação do time.

Sergio Vieira

Ele veio de uma cultura europeia de trabalho, mas assim como ele aproveitou ideias do Givanildo de Oliveira, tenho certeza que vou aproveitar algumas ideia dele no América-MG. O importante é conseguir fazer uma boa reta final de Campeonato para tentar sair da zona de rebaixamento.

Grêmio

É uma equipe com estrutura clara de jogo. Marca forte, transição rápida e, principalmente, sabe o que fazer. Vai nos trazer dificuldades, mas podemos fazer um jogo equilibrado como foi contra o Flamengo. E jogando em casa, fazer um resultado. Eu tenho o maior carinho pelo Grêmio e também pelo Inter, foram clubes que me abraçaram em diferentes momentos.

Período no Grêmio

Acho que fizemos um grande trabalho. Fizemos uma boa Libertadores e caímos apenas para o campeão daquele ano (San Lorenzo) nos pênaltis. Muitos jogadores daquele momento são realidades hoje. Sobre minha saída eu respeito muito o presidente Fábio Koff e o Marcos Chitolina. Eles acreditaram no meu trabalho, mas acharam que era o momento de me tirar.

Confira a entrevista completa:

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