Em entrevista à Rádio Grenal, Isaque, meia do Grêmio, fala sobre o clássico 426 e seu primeiro gol pelo profissional

Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

O meia gremista Isaque foi o autor do segundo gol da vitória tricolor em cima do Inter, no clássico 426, que deu ao Grêmio o título do returno do Campeonato Gaúcho. O atleta, de 23 anos, é cria da base gremista, e chegou ao profissional neste ano. Em entrevista exclusiva à Radio Grenal, Isaque compartilhou um pouco da sua emoção por ter feito seu primeiro gol pelo elenco principal, e, para completar, em um Grenal decisivo.

Pra mim é a realização de um sonho. Mas o principal foi poder ajudar o Grêmio e fazer o gol do título, poder ajudar num Grenal […] Mas é uma coisa totalmente diferente. O Grenal é um clássico diferente. Fazer um gol pra mim foi uma coisa inexplicável. Foi um feito muito marcante na minha vida“, contou o meia.

O jovem também contou que perdeu as contas de quantas vezes já tentou reviver o momento: “As fichas aos poucos vão caindo. Eu já vi o gol mil vezes. Aos poucos vamos vendo o quão importante foi o gol, a vitória, e o título”.

Ele revelou um pouco dos bastidores da preleção de Renato Portaluppi antes da partida, e disse que o técnico pediu mais atenção, fator que quase foi decisivo na semifinal, contra o Novo Hamburgo: “Estávamos muito focados. Desde o goleiro até o atacante. Na preleção, o Renato cobrou muita atenção. Sabíamos que por ser clássico ia ser mais duro. Decidido no detalhe. E foi o que aconteceu”.

Por ser seu primeiro ano no profissional, o jovem contou que se espelha nos experientes do grupo, como o centroavante Diego Souza: “Eu até falo com ele, contando que via os vídeos dele quando eu era criança. Na hora do gol, ele disse que eu merecia muito. Desde que ele chegou, tem me ajudado. Eu sempre escuto o que ele (Diego Souza), Maicon, Geromel, Thiago Neves tem pra dizer. Até o Matheus Henrique que é mais novo, mas já tem experiência“.

Por fim, Isaque falou sobre sua relação com Renato após ter sido alavancado do grupo de transição para o principal: “Ele falou que queria me ver perto do gol, preenchendo a área. O Renato deixa o pessoal que vem da base bem a vontade. Então isso da uma tranquilidade. Ter esse apoio e confiança do treinador é muito importante pra nós”, sobre seu contato com Renato.

* Por supervisão de: Marjana Vargas

Voltar Todas de Entrevistas Especiais

Compartilhe esta notícia:

Homenagem dos colegas, emoção e mais um título: a última partida de Everton Cebolinha com a camisa tricolor
Federação Gaúcha de Futebol confirma datas dos dois jogos da final do Gauchão
Deixe seu comentário