Edílson revela ansiedade pelo retorno e apoio ao amigo Douglas

Recuperado de lesão, titular na lateral e apreço da torcida, fatores que transformaram Edílson em uma peça fundamental na equipe do técnico Renato Portaluppi. No ano passado, chegou sob grande desconfiança, entretanto, respondeu dentro das quatro linhas, culminando no pentacampeonato da Copa do Brasil. Em entrevista ao repórter Filipe Kunrath, e que foi ao ar na última sexta-feira no programa Grenal FC, com apresentação de Kalwyn Corrêa, o jogador falou sobre a parceria com Léo Moura e Ramiro, o tempo no Departamento Médico e a amizade com o camisa 10 Douglas.

“Estou muito feliz por estar conseguindo jogar em alto nível de novo. Tive problemas de lesão desde o início da temporada, que me atrapalharam um pouquinho. Fiquei muito feliz de ver não só o Léo (Moura), mas o time do Grêmio muito bem, então a gente torce pelos companheiros quando não estamos jogando”, exaltou.

O lateral retornou recentemente aos gramados, depois de uma lesão que o afastou no início da temporada. Diante do Juventude, ainda longe da melhor forma física, teve grande desempenho defensivo e até ofensivo, participando do lance que resultou no pênalti em Kannemann. “Dizer que estou 100% fisicamente ainda é muito cedo, todo jogador precisa de alguns jogos para poder adquirir seu melhor nível. Acredito que lá pelo quarto ou quinto jogo, vou estar 100% fisicamente. O que nós move é estar dentro de campo jogando e atuando. A minha ansiedade por querer voltar, pode ter me atrapalhado um pouquinho neste início”, revelou o atleta.

Quando junto, o trio Edílson, Ramiro e Léo Moura, protagonizou grandes atuações pelo setor direito. “Foram feitos poucos jogos ainda, mas esse entrosamento com Léo e Ramiro tende a crescer durante as partidas e durante os treinamentos. São jogadores inteligentes e mesmo sem treinar muito, a gente tá podendo se encaixar muito bem”, comemorou o camisa 2.

Amigos dentro e fora de campo

A perda do armador Douglas foi muito sentida pelo elenco gremista, mas para Edílson o lamento foi dobrado. Os experientes jogadores cultivam uma grande amizade fora dos gramados, que se notabilizou já na primeira passagem de ambos pelo Grêmio, em 2010. “A gente fala com ele diariamente, durante os treinamentos, o tratamento dele está sendo muito bom, a recuperação também. Temos a grande certeza de que o nosso ‘maestro’ vai voltar ainda mais forte, para dar alegria ao nosso torcedor gremista. É isso que a gente espera, e como amigo temos sempre que apoiá-lo”, afirmou.

Confira a entrevista completa

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