Com mais um gol sofrido pelo alto, bola aérea defensiva vira dor de cabeça para o Inter

Quase 40% dos gols sofridos pelo Inter no Brasileirão são pelo alto

Foto: Ricardo Duarte / S.C. Internacional

A bola aérea defensiva vem se tornando um problema para a defesa colorada nos últimos jogos. Desde o início do campeonato brasileiro, a equipe sofreu 11 gols. Entre eles, quatro vieram através de jogadas por cima. No último domingo (27) e na última quinta-feira (24), os dois gols sofridos contra Chapecoense e América-MG, vieram desta forma.

Desde a lesão de Rodrigo Moledo, em janeiro deste ano. O Inter não conseguiu achar o parceiro ideal para Victor Cuesta. Até então Lucas Ribeiro, Zé Gabriel, Pedro Henrique e até Rodrigo Dourado já passaram pela posição, mas sem passar a confiança necessária. Sem um companheiro fixo como Moledo, talvez a falta de entrosamento seja o principal motivo para este problema.

Como reforço, o clube anunciou Bruno Mendez, ex-Corinthians, na última terça-feira (22). O uruguaio ainda não tem data para estrear, mas quem sabe o idioma espanhol facilite em sua parceria com o argentino Cuesta. O colorado ainda está de olho em Sidnei, zagueiro que teve passagem pelo Inter entre 2007 e 2008, e hoje está no Real Bétis, da Espanha.

O clube se reforça como pode, já que Moledo só deve ter seu retorno entre setembro e outubro. Até lá, o Inter terá, pelo menos, 17 jogos pela frente, com um confronto decisivo diante do Olimpia, pela Libertadores da América. E precisa corrigir este problema o quanto antes.

Agora, a equipe colorada se prepara para o confronto diante do Palmeiras, em jogo válido pela 8ª rodada do Brasileirão. A partida será quarta-feira (30), as 19 horas, no Beira-Rio.

 

* Por supervisão de: Marjana Vargas

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