Após três recursos negados, juiz concede prisão domiciliar a Ronaldinho Gaúcho no Paraguai

Foto: Reprodução/Instagram

A decisão do juiz Gustavo Amarilla durante uma audiência na tarde desta terça-feira (7), em Assunção, no Paraguai, mudou a situação de Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis. Detidos desde o dia 7 de março, acusados de entrar no país com passaportes adulterados, os dois serão transferidos para prisão domiciliar. Ronaldinho e Asssis cumprirão a medida em um hotel no centro de Assunção e terão de pagar fiança de US$ 1,6 milhão. Ou seja, quase R$ 8,35 milhões.

O juiz optou por permitir que eles fiquem em prisão domiciliar enquanto aguardam a sequência das investigações e o julgamento. A decisão encerra o período de 30 dias que ficaram presos em regime fechado e de maneira preventiva. A investigação ainda ocorre e pontos ainda estão em análise como lavagem de dinheiro e impressão de documentos falsos. Segundo o Ministério Público, cada passaporte falso custava cerca de R$ 30 mil.

Na primeira audiência do caso, o juiz determinou a prisão preventiva da dupla, sob a alegação de que eles poderiam fugir do Paraguai. Desde então, os advogados haviam tentado três recursos para liberá-los. Pediram prisão domiciliar e o anulamento do decreto de prisão preventiva. Todas as solicitações foram rejeitadas.

Por conta da pandemia do coronavírus a Justiça do Paraguai passou a trabalhar em um ritmo mais lento, o que complicou ainda mais a situação dos brasileiros. Em setembro de 2019, Ronaldinho foi nomeado embaixador do turismo pelo Instituto Brasileiro de Turismo. A Embratur não mudou sua decisão, sendo assim, a nomeação ocorrera mesmo sem o documento que permite viagens ao exterior.

* Por supervisão de: Marjana Vargas

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