Após a primeira derrota no Brasileiro, Coudet garante: “Vamos lutar na parte de cima da tabela”

Foto: Ricardo Duarte/ S. C. Internacional

Após a derrota por 2 a 1 para o Fluminense, neste domingo (17), no Maracanã, o técnico Eduardo Coudet concedeu entrevista coletiva de uma forma calorosa. O argentino avaliou o bom primeiro tempo da sua equipe, e admitiu que faltou futebol na segundo etapa.  “Não me recordo de nenhuma situação de perigo que não seja os pênaltis. Marcelo Lomba quase não trabalhou. A derrota não passa por um problema defensivo, passa por algo mais pontual. Mas perdemos, essa é a realidade”, iniciou o técnico. O colorado saiu ganhando a partida, mas tomou a virada com dois gols de pênalti, cobrados por Nenê.

O motivo da derrota, segundo o técnico, passou pela dificuldade de preparo físico: “Penso que temos que rever a parte física. Seguramente, com o 1 a 0 a favor, poderíamos ter jogado mais compactos e sair com o espaço. Me pareceu uma partida muito travada”.

Mas Coudet garante que apesar de perder o 100% de aproveitamento no Campeonato, não é hora de fazer terra arrasada: “Tomamos dois gols em três jogos, mas os dois de pênalti, se falarmos do Brasileirão. Somamos 6 pontos de 9. Temos 66% de efetividade. Com essa efetividade, vamos lutar na parte de cima da tabela“.

Uma das principais críticas dos torcedores, passa pela não utilização de Rodrigo Moledo como titular, ao lado de Victor Cuetsa. Para enfrentar o Flu, Coudet optou por Zé Gabriel como dupla do argentino. O técnico no entanto, defendeu sua escolha e destacou que não se sente pressionado por mudanças: “Não me excluí da responsabilidade. Não sinto pressão. Eu estou há 25 anos comemorando a pressão. Vamos trabalhar. Acho que vamos ir melhorando com o tempo, vamos jogando melhor. Estou cômodo aqui e com a diretoria […] A mensagem sempre parece que é a ruim. Eu falo a realidade. Eu estou falando o que eu penso e na realidade que o Inter tem. Agora teremos dois jogos em casa e podemos conquistar os três pontos em cada um deles”.

Por fim, o técnico valorizou sua equipe, mas disse que faz o que pode para conquistar títulos: “Nao é um Manchester City. Obviamente queremos ganhar e estar por cima. Minha meta é ser protagonista, a dos jogadores também. Acredito que podemos dar mais e jogar melhor. Mas é muito difícil o Brasileirão […] Temos que trabalhar com o que temos. Não estou cobrando nada. Acho que estou sendo muito bem tratado aqui pelos jogadores, direção, torcedores e vocês (imprensa)”, finalizou o técnico.

 

* Por supervisão de: Marjana Vargas

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